Minha Duríssima Crítica ao Ensino Superior Nacional!

O último Censo sobre o Ensino Superior é um absurdo!

Está publicado no Site do MEC: http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/32044-censo-da-educacao-superior

Quero considerar por breves instantes a realidade infame de um sistema que tem desgraçado nossa possibilidade de uma educação que atenda de fato e de verdade o que está escrito na Legislação Brasileira em sua raiz, mas que tem sido esculhambada por “regulamentos, regras, pareceres mal feitos e um baita mimimi” comunista na educação nacional.

Me refiro ao que declara a nossa Carta Magna:

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

IV – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;

V – valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)

VI – gestão democrática do ensino público, na forma da lei;

VII – garantia de padrão de qualidade.

VIII – piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos de lei federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)

Parágrafo único. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)

Mas, à despeito de se declarar que a educação é livre, sabemos que não é livre coisa nenhuma e existe um mar de problemas criados pelo próprio Estado, guloso em impostos e ao mesmo tempo incompetente em serviços; sem falar nos esquemas de politicagens permanentes que são praticadas o tempo todo, sabe-se-lá à que custos, esquemas e derrame de dinheiro, com a firme finalidade de NÃO PERMITIR QUE SE CRIE NADA E QUE SE AVANCE EM DIREÇÃO À DIGNIDADE QUE DEVERÍAMOS TER neste setor.

O grande problema acerca desta pauta é que temos diante de nós um “mercado” de incompetência.!

A despeito do PNE – Plano Nacional de Educação – Lei nº 13.005/2014 (Anexo 13.7 e 14.10) MANDAR as IES brasileiras firmarem Projetos, Programas, Intercâmbios e Aproximações VÁLIDAS EM TODOS OS NÍVEIS – temos na República Federativa do Brasil uma pá de (1) imbecis, (2) idiotas, (3) ignaros e (4) ignóbeis – que querem burocratizar tudo o tempo todo e criam um MONTE DE REGULAMENTINHOS RETARDANTES DA EVOLUÇÃO DO MERCADO E DA PRÓPRIA EDUCAÇÃO.

Alguns amigos dizem:

– Não deverias usar expressões tão agressivas como as que usastes aqui!

Eu normalmente respondo: “que se dane a sua opinião!”

Mais ainda, eu coloquei algumas expressões em “caixa alta” aqui de propósito, porque se pudesse fazer um discurso, eu elevaria a voz nestas passagens para manifestar com meus bons pulmões e meu altissonante barítono: que o GOVERNO É INCOMPETENTE e é assim porque vive atrelado a uma visão Socialista da vida, do mundo, das pessoas e das coisas e, esta referida visão é a mesma que faliu Cuba, Venezuela, dentre outras Nações.

Nossa dinâmica é sempre complicada com estas regras do MEC, da CAPES, de Secretarias de Estado e Municipais que FAZEM DA EDUCAÇÃO UM NEGÓCIO DE MANIPULAÇÃO POLÍTICA e não é por pouco que no PISA somos uma baita vergonha, um País de vergonha e inepto.

Os dados oficiais e amplamente divulgados são muito claros. Por exemplo, o Jornal do Brasil assevera:

“51% da população com 25 anos ou mais possuem apenas ensino fundamental, diz IBGE”.

“Em 2016, cerca de 66,3 milhões de pessoas de 25 anos ou mais de idade (ou 51% da população adulta) tinham concluído apenas o ensino fundamental. Além disso, menos de 20 milhões (ou 15,3% dessa população) haviam concluído o ensino superior. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21) na Pnad-Contínua sobre Educação, referente a 2016, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A desigualdade na instrução da população tem caráter regional: no Nordeste, 52,6% sequer haviam concluído o ensino fundamental. No Sudeste, 51,1% tinham pelo menos o ensino médio completo”.

A Fundacred profudamente ligada ao “desgoverno” afirma:

“Só 14% dos adultos brasileiros têm ensino superior, diz relatório da OCDE.”

“O acesso ao ensino superior no Brasil é baixo até mesmo em relação a outros países da América Latina. Só 14% dos adultos brasileiros entre 24 e 64 anos haviam concluído o ensino superior no Brasil em 2015, média consideravelmente menor que a de 35% dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).”

Daí somos confrontados, como Consultores de Mercado (meu caso) Educacional Superior a analisar a realidade que se impõe. Notemos:

“O Brasil conta hoje com um amplo e descentralizado sistema de educação superior. No total, o país possui 2.407 instituições de ensino superior, que oferecem 34.366 cursos de graduação em todas as regiões. Os dados constam no Censo da Educação Superior 2016, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 31 de agosto de 2017.

De acordo com sua organização acadêmica, as instituições se dividem em universidades, centros universitários, faculdades e institutos federais. Elas podem ser públicas ou privadas, vinculadas aos governos federal, estadual ou municipal.” (Extraído de: http://dwih.com.br/pt-br/cenario-de-inovacao/universidades-brasil)

Alguém desavisado dirá: beleza!

Eu direi: Vexame! Vergonha!

Sistema “descentralizado”? Onde? Com o SERES criando um inferno com seus Pareceres mal elaborados pelos incompetentes que atuam como “concursados ou não” pelas suas plagas?

Um exemplo disto está nos Projetos de Aproveitamento de Créditos de Cursos Superiores de Extensão nas Graduações em NO MÍNIMO  DE 10% – podendo chegar a 90% portanto (é simples questão de aritmética!).

Mas, o que faz o MEC?

Cria um enorme bunker para criminalizar o exato e fiel cumprimento do que determina a Lei nº 13.005/2014 em seu Anexo 12.7 e 12.3 (12.5). Dá apoio a uma CPI realizada em Pernambuco onde o Relatório Final publicado oficialmente admite no item 10.2 que “não existe uma normativa” para aquilo que “arduamente criminalizou” – e, depois ficam com a maior cara de pau vindo ao Brasil e dizendo que as metas devem ser trabalhadas!

Ora, como podemos trabalhar dentro da Lei se os guardiães da Lei nem sabem que ela existe?

Sim, porque as normas que os incompetentes nunca leram estão já definidas em Lei, todavia, a fobia, a gana, a doença psíquica, a má fé é DESTRUIR O ANEXO 12.3; 12.7 e 12.5 do Plano Nacional de Educação e, tudo isto em nome de uma péssima quadra de pessoas que não entendem nada disto e querem fazer bagunça com a coisa!

Um inferno!

Ainda por cima, se não bastasse esta inglória situação, ainda temos que ver os Empresários da Educação assolados de todo lado e por toda parte com as seguintes grandezas do “desgoverno nacional”:

1- Impostos  Hediondos;

2- Encargos Trabalhistas Estupidificantes;

3- Encargos Operacionais Esmagadores;

4- A descarada Sabotagem de Funcionários e  muitos Professores que só pensam em ganhar seu dinheiro e odeiam os empresários que os empregam, porque foram treinados por alguns retardados mentais onde se formaram para pensar que empresários são o Capiroto ou o Belzebu e que o Estado deveria cuidar de tudo, dar-lhes um emprego onde possam forrar a alma com a “aposentadoria falida do Governo”!;

5- Sem falar na dificuldade imensa que há com uma enorme massa de Estudantes que nos últimos 30 anos foram infectados com “socioconstrutivismo” de Paulo Freire, Emília Ferreiro, dentre outros comunistas impraticáveis.

Como posso concluir este desabafo que só deverá ser lido por quem talvez me encontre neste enorme pardieiro que é a Internet?

Lastimo que assim seja; ao mesmo tempo que me alegro porque temos a oportunidade de procurarmos uma boa Capela, fazermos as nossas orações, recebermos a bênção do pároco e em seguida, em nome de Deus, sairmos para a luta com o foco firme no sentido de expelirmos este câncer da ignobilidade claudicante que mata “mentalmente” mais pessoas no Brasil do que em todo o Mundo. Basta verificar as citações que apontei aqui e pensar um pouco!

Adiante!

Firme na Causa da Educação!

Prof. Jean Alves Cabral

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